Comentários para “Brasil tem recorde de acidentes aéreos em 2011”

  1. Wallace Carpes disse:

    Senhores, realmente a confusão criada com o advento ANAC pode ter influência nesses índices. Até porque o Decreto Federal que cria a ANAC deixa de fora de sua atribuição o SISCEAB e o SIPAER. Incrivelmente, eles insistem em não respeitar isso e estão tomando conta do SIPAER no país. Ocorre, que não possuem a capilaridade que o CENIPA possui e, muito menos, possuem o caráter técnico de indicações para cargos importantes.

    Isso claro, reflete na insegurança da aviação!

    A decisão de termos SISCEAB e SIPAER conjuntamente c da aviação civil e militar foi uma escolha feita pelo país na década de 70 para que se pudesse otimizar os recursos materiais. Somos um país de poucos investimentos e duplicar uma estrutura seria ingenuidade.

    Ocorre, que hoje, estão tentando separar tudo isso por decreto. Típico de burocratas e leigos da aviação.

    Espero que a comunidade aeronáutica possa acordar para isso e impor, através de mobilização, a estruturação técnica do sistema.

    Chega de ajudas políticas e indicações atécnicas.

    Abraços

    Wallace Carpes
    PMSC

  2. Gonçalves disse:

    Corroboro com a opinião do Carpes, a afirmo que só não foi maior, porquê mesmo com a nova política da ANAC em excluir a gestão do SIPAer e do CENIPA, a Aviação de Segurança Pública, continuou acreditando na filosofia divulgada pelo CENIPA e não ANAC e pela política criada dos últimos três anos pelo governo federal, onde foram colocadas no mercado de Segurança Pùblica 43 aeronaves, e tivemos quase zero de acidentes, pois passamos à ser um sistema integrado e mais focado na doutrina e na segurança de vôo, termo que uso, pois não gosto do termo segurança operacional. Emfim, apesar dos acidentes aereos terem aumentado neste período, a Aviação de Segurança Pùblica e de Estado diminuiu seus acidentes e incidentes, graças à uma política séria e participativa. Espero que uma nova gestão apareça e faça manter este padrão de desenvolvimento, evitando que retornemos às estatístísticas.

    TC Gonçalves

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