Brasília, 24/07/2009 ( MJ/PF) – O Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), do Ministério da Justiça, ganhará mais uma ferramenta para o combate à criminalidade no Brasil. A Polícia Federal apresenta nesta segunda-feira (27), o Sistema VANT – Veículo Aéreo Não Tripulado. Trata-se de uma aeronave de observação que será utilizada especialmente nas áreas de fronteira do país. Com a aquisição do VANT, a Polícia Federal será a primeira força policial do mundo a dispor desse sistema, facilitando a fiscalização de todo o território nacional de maneira mais eficiente e segura.
A apresentação será feita, às 8h30, com a presença do ministro da Justiça, Tarso Genro; e do diretor-geral da PF, Luiz Fernando Corrêa, no aeródromo de São Miguel do Iguaçu, no Paraná, localizado a 40 km de Foz do Iguaçu.
A iniciativa é mais uma ação do Pronasci Fronteira que visa fortalecer o combate tráfico de drogas e armas, contrabando, roubo de gado e pirataria na região. O Pronasci propõe mais de 90 ações preventivas, repressivas e sociais para o enfrentamento à violência.
O VANT é capaz de voar por 37 horas ininterruptas, cobrindo mais de 1000 km. Durante o vôo, o aparelho pode fotografar ou filmar pessoas ou objetos no solo, de uma altura que pode chegar a 30 mil pés (1O km), com nitidez.
Na primeira faze do projeto, a PF receberá o sistema para avaliação e aquisição, que está prevista para o final de 2009. Uma segunda etapa prevê a criação de quatro bases, com 14 aeronaves. Brasília abrigará, além de uma das bases, um centro de treinamento para os operadores do sistema.
O investimento feito em cada uma das aeronaves é de, aproximadamente, R$ 8 milhões. O contrato de aquisição do VANT prevê a transferência de tecnologia para a indústria nacional, de acordo com as diretrizes do Governo Federal. Com essa transferência, a previsão é que, nos próximos anos, aeronaves similares possam ser fabricadas no Brasil.
Fonte : Ministério da Justiça




Oquê aconteceu com o VANT Nacional? Qual transfer~encia de tecnologia é esta? Ou os Fuzileiros Navais da nossa Marinha estão enganados em usarem um VANT 100% nacional.
Já teremos q “engolir” o tal Rafale, agora mais essa.
Me desculpe o desabafo. Mas… Assim não dá!
Pessoal, o fato é que não temos ainda um VANT que atenda os requisitos operacionais listados pelo DPF.
Acompanho o desenvolvimento do Watch Dog, pela UFMG, e do Acauâ, pelo IPD e ITA/CTA, são veículos leves, com pequena carga paga, e que voam muito bem, mas não é só isso que faz um VANT ser eficaz.
O pacote de missão inclui transmissão e recepção de dados em alta frequência, ou via Satcom, sensores eletroópticos, sensores infravermelhos, radares de abertura lateral ou SAR, dentre outros. Capacidade SIGINT também é desejada.
O VANT dos Fuzileiros, o Carcará, é na verdade um VANT tático, de curto alcance, para reconhecimento próximo da zona de combate. Para a vigilância de uma grande área no solo, ainda carecemos de certas tecnologias.
E sinceramente, o Rafale não é um avião ruim ou caro demais, tecnologia custa caro, e os franceses querem alguém para dividir a conta, que é salgada.
Vamos apoiar o DPF, pq estes Vants vão revolucionar a Aviação Policial em menos de 10 anos, quem viver, verá…
Se um VANT custa quase 10 milhões no custo final operando uma só unidade, porque não comprar 200 ultraleves avançados com tecnologia de ponta instalada, levando um pilôto e um observador do meio ambiente natural e das fronteiras e da costa brasileira, de modo disfarçado, fazendo pensar que são meros aficionados do aerodesportismo, mas na verdade são verdadeiros vigilantes a bordo cuja visão abrangente do olho humano jamais será substituida pela máquina, por mais alta definição que tenha a câmara, pois ha detalhes minusculos que esta não capta…
As duas centenas de aeronaves tripuladas seriam
voadas por voluntários que são aficionados deste esporte e ainda teriam o apoio e patrocínio de empresas e verbas do governo numa parceria integrada que beneficiarão os jovens carentes que fazem cursos superiores e precisam de um pró labore para custear estudos e despesas de sobrevivência, e quando termiassem seus estudos, poderiam adentrar o campo da pilotagem comercial,de instrução aérea,e até fazerem parte da aviação militar, se se inscrevessem antes de ingressar na carreira militar, além de servirem para pilotar aeronaves governamentais, como as das polícias…Que tal a sugestão? Economia, defesa ambiental privada, ação social e evolução conscencial do dever de salvarguardar a Natureza e rastrear incêndios, desmatamentos, assoreamentos, fazer a semeadura aérea nos locais erodidos, como na China já foi feito com o uso de ultraleves…enfim, prevenir o crime ambiental, vigiar as fronteiras pelas fazendas dos brasiguaios, onde se usa muito esta espécie de aeronave para monitoria das fazendas, etc.e assim não despertaria a atenção dos traficantes e contrabandistas das fronteiras, que estão acostumados a ver ultraleves voando na região fronteiriça, podendo repassar às autoridades responsáveis pela área de segurança do país,, o relatório minucioso dessa missão, realizada semanalmente…
Caro Colega Fernando,
Penso em uma resposta rapida e simples para sua pergunta acerca do uso de ultraleves pilotados por voluntários aficionados pelo esporte para esse tipo de serviço.
Não demoraria muito tempo para traficantes e plantadores de maconha descobrirem o que realmente varios utltraleves fazem sobrevoando suas plantações… e demoraria menos ainda para estes começarem a abater as aeronaves que pairassem sobre suas valiosas plantações, e pior, começarem a fazer isso a todos os tipos de aeronaves, em missão de vigilancia ou nao.
Logo aficionados pelo esporte que ali estariam voando seriam alvo desses criminosos… não saberiam nem o porque ou quem estaria cobrindo de tiros…
Nao sou piloto, muito menos traficante, mas não acho uma boa solução a troca de VANTs por Voluntários pondo a vida em risco…