A história dos óculos OKAPANEGÃO no GRPAe/SP

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MARCUS VINICIUS BARACHO DE SOUSA
Capitão PMESP – Cmt BRPAe de SJRP

A minha história na aviação começou em janeiro de 1985, quando entrei na FAB, ingressando na EPCAR (Escola Preparatória de Cadetes do Ar). Nessa época, ainda pude ver vários pilotos circulando com macacão laranja pelo pátio e usando aqueles óculos escuros, diferentes.

Aquele aluno, ainda com 16 anos, cheio de dúvidas e expectativas, foi bastante motivado, pelos “caras” de macacão laranja e óculos de armação dourada e lentes verdes (OKAPANEGÃO).

Podemos dizer que o OKAPANEGÃO é um óculos no estilo Ray Ban, de hastes retas e que permite ao piloto colocá-lo, ainda que usando capacete. Na verdade foi comum ver pilotos utilizando-o e passei quase seis anos, entre EPCAr e AFA convivendo com a cultura do OKAPANEGÃO.

Existem muitos contos a respeito do nome dado ao óculos (OKAPANEGÃO), não é encontrado para vender no Brasil, mais comum nos EUA, com os nomes AO e RANDOLPH.

Dentre a mística em volta do nome, tem uma que considero mais interessante e vou contar para vocês; quem souber de outra, por favor, compartilhe com a gente.

Dizem que há muitos anos, existia na AFA um instrutor que após orientar os cadetes aviadores no debriefing, encerrava dizendo “… OKAPA NEGÃO?”, com quem diz “… entendido?”, sendo esse instrutor de vôo detentor de um óculos diferente dos usados na época, passou-se a atribuir o termo característico àquele modelo de óculos escuro que ele usava: “OKAPANEGÃO”.

Algumas coisas não deram certo para mim e acabei não chegando ao final do curso de oficial aviador da FAB. Segui em frente! Entrei na PM de São Paulo e através dela tive outra oportunidade de ingressar na aviação, dessa vez na aviação de segurança pública. Acho que posso dizer que piloto é piloto em qualquer lugar, cheio de estilo, passando aos mais novos alguma cultura de aviação, uma dica de um pouso, uma aventura aqui, outra ali, sempre tem uma história ou estória para contar.

Em meio a essa nova fase, pude observar, quando cheguei no GRPAe/SP  em 2001, que ninguém usava o famoso óculos e quando perguntava para alguns sobre o lendário OKAPANEGÃO, todos reagiam com surpresa e até riam, ficando claro que o desconheciam.

Em meados de 2006, encontrei o então Ten Cel Av Tebicherane, Oficial da FAB, que muito estimamos, visitando a nossa base (se não me engano, em um ciclo de palestras organizado pelo GRPAe). Nessa oportunidade, pedi ao referido Oficial para mostrar um OKAPANEGÃO para alguns companheiros que estavam por perto.

Imediatamente retirou-o do bolso e alguns que ali estavam, puderam ver o lendário óculos, feito sob medida e preferido dos pilotos. Naquele dia o então Ten Cel Av Tebicherane, também tirou de sua pasta um OKAPANEGÃO novinho e me deu, isso motivou muita gente a querer um.

Pouco tempo depois desse evento, eu mesmo providenciei mais 15 óculos desse modelo que foram distribuídos para alguns oficiais do GRPAe, que se interessaram na época.

Hoje vários pilotos têm o OKAPANEGÃO. Logo que chegam ao GRPAe, muitos procuram  adquirir um, mas tudo começou com aquele que me foi entregue pelo Cmt Tebicherane. Ali começou a cultura do OKAPANEGÃO no GRPAe!

Grande abraço ao Cel Av Tebicherane!

35 COMENTÁRIOS

  1. Em 85 fiz parte da FAB, era equipamentista do 2ºETA-BARF – e fiz mta amizade com um Ten Av, que atualmente é Brigadeiro do Ar, e o mesmo me presenteou com um okapanegão e com seus “distintivos da farda” logo ao ser promovido e transferido da Base, o que mais me chamou atenção era o formato das haste reto, depois de mto uso chegou ao final, então começei usar o Ray-ban tradicional, o que não é igual.

  2. Grande história, Camarada Cmte Marcus, fui “fabiano” de1988 à 2003, Sgt Especiaslista, hoje sou piloto do DPRF, tenho o meu OKAPANEGÃO, rsrrsrsrs, que me foi presentiado quando servi no SIVAM, realmente é um “equipamento” diferenciado e não sai da “moda”. Servi por 10 anos no Grupo de Aviação de Caça e todos usavam o famoso óculos, quando cheguei no 2º/6º GaV reencontrei um amigo de turma que estava voltando de curso nos USA e este me presenteou com o OKAPANEGÃO em 2000, que tenho até hj e em condições de voo.
    Bons Voos
    Piloto PRF Andrade

  3. Também sou fã do OKAPANEGÃO e, após algumas missões voando para a FUNAI em 2007 fui influenciado por um piloto de lá a usar os óculos. Resultado: providenciei OKAPANEGÕES para quase todos os pilotos do meu esquadrão à época.
    Realmente são uma lenda!
    Maj Wallace – CBMDF

  4. História, identidade, emoção. Ao ler suas linhas pego-me pensando que algumas atividades possuem seus dísticos, seus emblemas e o OKAPANEGÃO é um destes na aviação, adotado informalmente pelos aviadores, certamente o fizeram espelhando-se noutros, mas que acabaram assumindo como identidade própria e que se prestam a integrar o novos e a criar místicas positivas. Há na Aviação Policial alguns símbolos que merecem uma exploração mais detalhada, a exemplo do nosso brevê, cuja história remonta a criação da própria FAB. O atual mescla, na sua concepção, a história do início do século XX e a atualidade da aviação policial em São Paulo. São símbolos que nutrem nossos sonhos e nos unem. Gostei muito Baracho. Parabéns.
    Abraços

    Maj PM Hervem – Cmt da BRpAe-Campinas

  5. Os AO e Randolph certamente são os clássicos deste modelo, mas várias marcas já produzem modelos Aviator, como a RayBan e a Oakley Crosshair.

    As características comuns a todos eles são o tamanho reduzido, as lentes retangulares (necessárias para cobrir todo o campo visual, mesmo sendo pequenas) a as hastes retas, sem aquelas parte que se dobra para trás da orelha.

    Isso permite que o óculos seja usado confortavelmente com o capacete de voo, herança de uma época em que as viseiras dos capacetes não eram eficientes como as de hoje.

  6. Sr. Capitão,

    O “okapla” ou “okapa” continua com alguns oficiais da FAB quando pretendem perguntar ou dizer “ok” ou “entendido?”. Os óculos são praticamente unanimidade entre os “filhos altivos dos ares” até hoje, realmente não sai de moda. Na aviação de Minas ainda é raro. Foi excelente saber mais sobre a cultura aeronaútica, obrigado pela oportunidade. O senhor “pagou um mistério” legal!

    Ten Pescara – PMMG
    Ex-Aluno EPCAR 98

  7. Valeu Pescara! Vc está certo….eu tenho dois e vou tentar adquirir o terceiro. É bom ver um BQANO tendo sucesso aí em MG. Gosto muito desse Estado e foi em Minas Gerais que passei grandes momentos da vida, mais precisamente em Barbacena de 1985 a 1987. Grande abraço a todos da PM e BM de MG.
    Cap Baracho
    BQ 85/260

  8. PREZADOS,

    EU NAO TINHA CONHECIMENTO QUE O FAMOSO OKAPANEGAO TINHA FEITO HISTORIA TAMBEM NA PMSP. BEM, EU GOSTARIA DE CONTAR UMA OUTRA HISTORIA SOBRE ESTE APETRECHO. QUANDO EU CHEGUEI A SAO PEDRO DA ALDEIA PARA FAZER MEU CURSO DE AVIACAO, EM MAIO DE 1976, CONSTATEI RAPIDAMENTE QUE NAQUELA BASE, QUASE TODOS ANDAVAM VESTIDOS COM MACACOES DE VOO E OCULOS ESCUROS. DEPOIS VIM A SABER QUE ERA PORQUE ESTAVAM PRONTOS PARA SAIR EM MISSAO A QUALQUER MOMENTO. OK PARA O MACACAO, MAS E OS OCULOS. ME DISSERAM QUE ERA DEVIDO AO SOL FORTE DA MACEGA (DENOMINACAO DA REGIAO DOS LAGOS = A MATO RASTEIRO).

    LOGO NOS PRIMEIROS DIAS, OS NOVOS ALUNOS FORAM CHAMADOS PARA RECEBER SUA INDUMENTARIA AVIATORIA = MACACAO DE VOO, BLUSAO DE FRIO, COLETES SALVA-VIDAS,BOTAS DE VOO, CAPACETE, LUVAS, ETC… E PASMEM… UM OKAPANEGAO NOVINHO, TAMANHO DE ACORDO COM O ROSTO. E AI EU PERGUNTEI PORQUE A GENTE ESTAVA RECEBENDO ATE OCULOS E ME DISSERAM QUE ERA PARA PROTEGER MEUS OLHOS E TAMBEM PORQUE A PARTIR DAQUELE DIA EU NAO PODERIA MAIS USAR OUTRO OCULOS QUANDO UNIFORMIZADO, FOSSE DE MACACAO DE VOO OU COM QUALQUER OUTRO UNIFORME DA MARINHA, SOB PENA DE VIR A SER PUNIDO.

    OS REFERIDOS OCULOS RAYBAN SAO UTILIZADOS PELA MARINHA AMERICANA (OBSERVEM OS FILMES DIVERSOS SOBRE A US NAVY) E ESTAO A VENDA EM TODOS OS PIEX (SUPERMERCADOS EXSISTENTES NAS BASES AERONAVAIS AMERICANAS E NOS PORTA-AVIOES) A PRECOS BAIXOS. TENHO O MEU ATE HOJE GUARDADO.

    TERMINEI A PARTE TEORICA E FUI TRANSFERIDO PARA O ESQUADRAO DE INSTRUCAO PARA FAZER A PARTE PRATICA E AI TIVE OUTRA SURPRESA. A AREA DE INSTRUCAO PRIMARIA ERA CONTROLADA POR UMA ESTACAO RADIO OPERADA PELO ESQUADRAO EM VHF CUJO CHAMADA ERA RADIO NEGAO. AS AERONAVES EM VOO DE INSTRUCAO FICAVAM NA ESCUTA DAQUELA FREQUENCIA PARA COORDENACAO DE TRAFEGO. E AS AERONAVES RECEBIAM INFORMACOES QUE AJUDAVAM NA SEGURANCA, QUANDO ENTAO RESPONDIAMOS… OKAPA NEGAO … .

    CMG (AVN-R1) AYRES – PLAH 0552

  9. Cmt Ayres! Parabéns pela história, eu sabia que os aviadores da marinha usavam muito o okapanegão, mas não sabia que era entrague com equipamento de proteção individual. Seria muito bom se outras instituições seguissem esse exemplo. Já pensou…receber um okapanegão novinho a cada 03 anos.
    Parabéns tb por pertencer a aviação naval do BR, grandes guerreiros lá.
    Cap Baracho

  10. Caro Baracho,
    Excelente historia! Parabens pela iniciativa…
    Tenho minha contribuicao tambem para o okapanegao, rs.
    Como bom filho de aviador da FAB, que pertencia a aviacao embarcada, sempre convivi com a terminologia em casa, principalmente apos os ” esporros”, donde apos completa-lo sempre antes do ponto final vinha um okapa negao! (como sinal de entendido!?)
    Convivendo nos esquadroes da FAB e da Marinha, sempre vi aquele oculos imponente e o desejo de todos de te-los pois era o EPI classico do aviador americano…
    Bom com o passar do tempo, acabei me tornando aviador tb, e sempre sofri com com os raios solares mltratando os olhos durante os voos.
    Passei a usar os oculos com as hastes normais, porem dao uma dor de cabeca horrivel apos longas jornadas de voo…ficando sempre a vontade de adquirir os famosos flyglass da USAF para nao sofrer, quando eu lembrava do velho pai e seus oculos de hastes retas…
    Passei anos tentando compra-los, mas nao conseguia acha-los aqui no Brasil…
    Foi so este ano que consegui comprar, apos a dica do Cap Freixo dai da PMESP, quando me deu o cartao da AO durante as atividaes de socorro aereo na regiao serrana do RJ…
    Fui p o simulador do SK76, nos USA fiz minha encomenda no hotel, e no ultmo dia ja para entrar no TAXI com destino ao Aeroporto em retorno ao Brasil, chegou a vtr da UPS, com o meu oculos de voo tao desejado, quando abri a caixa e o coloquei no rosto, neste momento descobri que valeu muito deseja-lo e procura-lo!
    Hoje termino as jornadas de voo com zero dor de cabeca…bom demais!
    Vale lembrar que nos USA as lentes polarizadas sao proibidas pela FAA par voar nas telas de MFD, onde nosso OKAPANEGAO entra sem nenhuma restricao ao voo…
    Um abraco a todos!

  11. Caro amigo Cmdt. Baracho

    Sou suspeito para falar de suas qualidades e realizações, afinal sou seu amigo; mas vou dar motor na sua iniciativa; e estou colocando seu Blog na pagina da turma “66/69 A NATA DA FORÇA AÉREA”.
    Sem desfazermos das demais turmas da FAB, a nossa 66/69 tem muitas histórias para agregar a sua grande iniciativa.
    Vamos la pessoal da Nata, o “bicho de 85” não arremeteu diante das inumeras dificuldades que passou e soube supera-las.

  12. Grande estória, em que pese eu não ser aviador, também possuo o meu Okapanegão. Um grande amigo que era Observador Aéreo usava e meu deu a dica e até hoje faço uso do equipamento, até mesmo quando estou sem a indumentária da Força.
    Parabéns meu irmão
    Maj Baracho – Escola de Comando e Estado Maior do Exército

  13. BOA RECORDAÇÃO, SERVI NA BARF – BASE AÉREA DO RECIFE, DE 89 À 91, E ESSES ÓCULOS ERAM UMA FEBRE ENTRE AVIADORES, NÃO SABIA QUE SE CHAMAVAM “OKAPANEGÃO”. LEMBRO NA ÉPOCA O 1°TEN AV. JOÃO BOSCO, HOJE CEL AV. JOÃO BOSCO – CMT. DA BAAF – AFONSOS, USANDO O SEU.
    MUITO EMBORA O JARGÃO “OKAPA” FOSSE MUITO USADO POR NOSSO EFETIVO. SAUDADES DOS VELHOS TEMPOS.

  14. Caro Cap. Baracho
    Sou da Turma 80 de BQ e 83 de Pira, a mesma do nosso amigo Tebicherani citado no texto, e voltei no tempo lembrando quando os cadetes chegavam no alojamento pagando mistérios com seu macacão laranja e o óculos OKAPA!
    Mas lembro que antes deles o nosso comandante de Esquadrão, o então capitão Cunha Gomes, usava estes óculos, o que despertou grande interesse da Turma em adquirir um igual, o problema era comprar no Brasil…
    Naquele tempo não tinha internet nem Mercado Livre, nenhum amigo viajava para o exterior, enfim, era algo inatingível para qualquer aluno, ainda mais um bicho de BQ!
    Mas eu consegui comprar um no final do primeiro ano com um sargento do 1o Gav. Caça e desfilei com muito orgulho quando cheguei de volta das férias. Esses óculos me custaram alguns L.Ss. (Licenciamento Sustado = fim de semana preso para quem não foi estudou na EPCAR) aplicados pelo então Tenente Olnei, pois o óculos não fazia parte do uniforme dos alunos, apenas era tolerado para os oficiais.
    Me desliguei da FAB no segundo ano da Academia, mas até hoje uso o OKAPA da American Optical (com grau) e ainda tenho aquele primeiro, comprado há mais de 30 anos atrás, guardado junto com minha tarjeta e as ombreiras de aluno, que para mim representam uma das melhores fases da minha vida.
    Somente quem passou por BQ sabe o significado destas palavras, e somente quem teve um OKAPA entende essa emoção.
    Muito obrigado por revivê-las!!!
    Marco Antonio SANTI
    BQ 80/217
    AFA 83/165

  15. Olá pessoal.
    Em 1975, na minha primeira viagem aos isteitis, comprei no reembolsável da base aérea de Andrews, Washington, DC, meu primeiro óculos ‘Pilot’ (modelo oficial para tripulantes de voo), por módicos US$ 12,00. Ele, ao contrário de alguns citados aqui, tinha lentes de um marrom escuro, não eram verdes. Sua armação era à prova de pancadas e durava muito. As lentes, no entanto, arranhavam com facilidade, coisa que não ocorria no meu Ray Ban tradicional, que possuía lentes verdes claras.
    Durante muitos anos repeti a compra, para amigos, parentes ou para mim mesmo. O preço continuou barato por muitos anos.
    Comprei aqui no Brasil um óculos desses, fabricado aqui mesmo, cujas lentes eram muito ruins. Comprei para fazer óculos de grau deles. Estão comigo até hoje, só que de dourado o aro passou a prateado…:-(
    Abraços

  16. QUANDO VIA MEU PAI USANDO, ACHAVA O MÁXIMO. DEPOIS QUE ENTREI PARA A AVIAÇÃO NAVAL, SEMPRE PROCUREI ESSES ÓCULOS. ESSE ANO SEM PRETENSÃO NENHUMA EM UMA MISSÃO NA BASE AÉREA DE SANTA MARIA-RS, ACHEI OS DESEJADOS ÓCULOS MUITO BONITOS E COM UM PREÇO BEM ATRATIVO. E ISSO AÍ. RENATO MUNIZ, 2ºSG AV SV

      • Boa tarde Capitão, estive essa semana eu uma missão pelo meu esquadrão, ESQD. HU-5, na Base Aérea de Santa Maria-RS e comprei no posto de vendas de uniformes da FAB. A FAB importa, segundo o sargento responsável pelo posto, somente o tamanho médio e a cor que esta disponível no momento é a cor cinza, muito bonito por sinal. Paguei R$ 90,00,preço bem em conta principalmente em relação ao mercado livre que achei até por R$ 315,00. Abraço, 2ºSG AV SV RENATO, ESQD HU-5, ESQUADRÃO ALBATROZ, MARINHA.

  17. É …a história do Okapa negão é véia…..mas atual.
    Amigos da GRPAe…sinto enorme orgulho em ter dividido a nacele com alguns de vocês. O carinho com que sempre nos trataram é de deixar qualquer oficial bastante certo de seu caminho.
    Senhores….usar esse óculos nos trás em qualquer lugar a emoção de ser tripulante de voo. Suas lentes, a armação, a volta da orelha que todos perguntam para que serve……tudo isso envolve uma enorme carga de tradição e de COMPROMETIMENTO com a atividade.
    Santi….saudades suas amigo…..
    Baracho…..um forte abraço e Bons Ventos….

    Tebi

    • Grande Cmt! Sempre bem vindo em nosso GRPAe! Venha rever os amigos no Campo de Marte! Estou lá na Escola de Aviação da PM, será uma satisfação enorme em recebê-lo.
      Grande abraço e está aí a prova da sua participação em um fato histórico da nossa Organização!
      Cap Baracho do GRPAe
      BQ 85/260

    • CEL TEBICHERANE,

      QUE SATISFAÇÃO…

      DEIXEI A FAB E AGORA ESTOU TENTANDO ENTRAR NO MERCADO DE TRABALHO COMO PILOTO DE HELICOPTERO. ESTOU FAZENDO CURSO DE INVH.
      QUANDO TIVER UM TEMPINHO ENTRE EM CONTATO, [email protected].

      UM FORTE ABRAÇO,

      EX-SGT RUEFFER

  18. Bem, estava navegando pelo site e acabei encontrando este post sobre o famoso óculos, agora vai a minha história!! Como filho de militar da FAB, meu contato com o “OKAPANEGÃO” se deu ainda na infância, quando morávamos na Base Aérea de Santa Cruz – RJ, e a maioria dos oficiais o utilizavam, lembro que na época os oficiais utilizavam o de armação dourada. Com o passar dos anos, já adolescente, eu e meus irmãos, de tanto perguntar sobre o “OKAPANEGÃO” acabamos sendo presenteados por meu pais com um modelo cada, já na armação prateada!
    Hoje, como integrante do Grupamento Aéreo da Polícia Militar do Amazonas, trouxe meu “OKAPANEGÃO” e sempre faço questão de utilizá-lo, inclusive já não é mais o único, pois outro policial militar gostou e adquiriu um, quem sabe o “OKAPANEGÃO” fará história por aqui também.
    Aqui em Manaus pode ser encontrado na loja de venda de uniformes da FAB, que fica no aeroporto de Ponta Pelada, entre o COMAR VII e a Base Aérea de Manaus.

    • Muito legal a sua história, o OKAPANEGÃO tem seu espaço na aviação. Tomara que outros colegas relatem mais sobre o famoso óculos e sua trajetória.

      Grande abraço

      Cap Baracho

  19. Boa noite a todos é admirável o quanto esse óculos tem fã e me incluo neste meio. Sou filho de um Sub da FAB e meu pai serviu em Anápolis no 1º GDA por bons e logos anos e foi lá que conheci o “OKAPANEGÃO” mas com era apenas um adolescente não ligava muito quando meu pai usava, somente quando o ele foi servir em recife no 1º/6º GAV que eu pedi ao meu pai que logo falou, olha vou providenciar mas não é fácil e eu disse, OK!!! Passados os tempos e soube que o comandante do 1º/6º GAV foi para o EUA e trouxe alguns a pedido do meu pai que me presenteou com 3 unidades, 1 dourado, 1 preto fosco e um prata todos com lente pretas. Tenho ate hoje.

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