Comentários para “AgustaWestland anuncia a venda de três AW119Ke para Goiás e novas instalações em São Paulo”

  1. Silvio disse:

    Parabéns pela aquisiçao.

  2. Estêfani disse:

    Parabéns pela conquista!
    Onde será feita a manutenção dessa aeronave?

  3. AvSegPub disse:

    E aí, Beni? Descobri aonde o MD500 da Brigada do Rio Grande do Sul faz a sua manutenção. Não vai se “espantar” também com a manutenção dos Koalas do Estado de Goiás?

    Esse é o mercado, amigo, investimentos nessa seara são voluptuosos. O que são 3 helicópteros em um universo de 130? Para se instalarem definitivamente em Goiânia, o estado precisaria adquirir no mínimo uns 30. Por isso, não me espanta que o MD500 tenha que sair do RS para realizar sua manutenção. Quantos esquilos, colibris, b407, R22, R44, e outros também não o fazem? Bem aventurado é o estado de SP que tem todas as opções disponível no “quintal de casa”.

  4. Neilson disse:

    Então o Ceará também está de parabéns pois nossas aeronaves não saem do estado para a realização das manutenções sejam elas previstas ou não.

  5. Lautert disse:

    Prezados,
    Acredito que a questão de manutenção deva ser vista com cautela. Não adianta manter toda uma estrutura no Brasil se os serviços e o atendimento não atende às expectativas dos clientes.
    Bom exemplo são os Bell407 da PRF, que no ano de sua aquisição (1998), pairavam dúvidas quanto à possibilidade de manutenção no Brasil. O resultado foi que a fabricante e seu representante no Brasil proporcionaram o melhor serviço disponível para as máquinas, alcançando um excelente nível de disponibilidade, inclusive quando comparado aos concorrentes em atuação em nível nacional.
    Quando estamos tratando de grandes empresas, como Agusta, Bell, Eurocopter, MDH, Sikorsky e outras, temos que considerar a consolidação no mercado mundial, que reflete diretamente na qualidade dos serviços prestados.
    Não creio que o Estado de Goiás, nem o de Santa Catarina, terão problemas quanto à manutenção dos seus Koalas, especialmente porque acredito que a Agusta deve ter se posicionando como real concorrente no mercado brasileiro, disponibilizando o que há de melhor para a Administração Pública a preços competitivos, incluindo o suporte pós-venda que lhe garantirá o devido diferencial para o desenvolvimento da Aviação de Segurança Pública em conjunto com os demais fabricantes.
    Espero que os demais fabricantes, em especial a Bell e a MDH, assumam a postura de configurarem salutares competidores de forma a não permitir que a aviação de segurança pública fique “refém” de num fornecedor.

  6. Pessoal,
    Parabéns pela bela aquisição.
    Um abraço em todos,
    Samuel

  7. EDILSON disse:

    A Manutenção será feita na oficina credenciada pela fabricante que ganhar a licitação para a referida manutenção como é feita em qualquer Estado Brasileiro. O Estado licita e a empresa credenciada que ganhar a manutenção fará o serviço, seja ela fisicamente no Estado licitador ou em outro Estado. Muitas vezes a aeronave tem de sair do Estado para realizarem a manutenção quando a empresa que ganhar nao tiver instalações no Estado licitador. Dispensa de licitação nesses casos são muito difíceis de acontecer pois sempre haverá mais de uma empresa capacitada a realizarem manutenção. Exceção para as Forças Armadas que por questões de sigilo, segurança nacional e outras situações específicas fazem uso do contrato direto na maioria das vezes mesmo que o fabricante seja nacional ou seja ele escolhe a empresa de acordo com suas necessidades operacionais e políticas.

Deixe um comentário

Não serão publicados comentários de autoria anônima.