EPI – Macacão de Voo – Especificação Técnica, Exemplos de Licitações, Contratos e Regulamentos

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O Tecido

O tecido Nomex ®, uma marca DuPont™,  foi utilizado pela primeira vez pelos militares em 1965, quando a Marinha EUA utilizou o macacão de voo feito de fibra de Nomex ® brand. Hoje, a fibra Nomex ® é uma parte integrante dos trajes de voo militares, policiais, além das balaclavas, coletes e luvas. Seus benefícios são inúmeros. O principal é a segurança.

Além de outros, o Nomex® Comfort é utilizado na confecção dos macacões de voo das Unidades de Aviação Policial e Militar no Brasil. A Estambril ® Group espanhola e a DuPont™, detentora da marca Nomex ®, produzem uma gama de tecidos de meta-aramida para utilizações diversas. Importante dizer que também produz fibras de meta-aramida a Rhodia, inclusive em vestimentas especiais utilizadas para os serviços de bombeiros, exército, polícia, indústria, etc.

Especificamente sobre a fibra Nomex®, esta possui diversas configurações e gramaturas, pois para cada tipo de utilização será usado um material específico. Como regra, o Nomex® Comfort, com gramatura de 165 g/m2 (+ ou – 3%) é utilizado no ramo aeronáutico de vestimentas, para uso na aviação policial e militar, podendo ser superior (185 g/m2 – usado para lugares frios ou para jaquetas de voo).

Essa é uma ótima gramatura para os macacões de voo, pois é leve e confortável, entretanto, há também alguns tecidos, produzidos na América Latina, México, EUA e Europa, com outras gramaturas, mas com tecnologias diferentes, como, por exemplo, o Nomex® IIIA, pois, além do Nomex®, contém Kevlar® e P-140® (Fibra de Carbono), na seguinte composição, respectivamente: 93%, 5% e 5%. (Leia o Artigo sobre Nomex®  IIIA)

A tecnologia utilizada no Nomex® IIIA protege contra o calor extremo, especialmente quando há arco de explosão súbita. Este material é composto por uma mistura de fibras que ajudam a ter mais resistência e fazer a peça de vestuário antiestática e também oferece leveza e conforto ao usuário, oferecendo extrema durabilidade.

Além desses materias, há também disponível no mercado outros produtos, mas produzidos para uso industrial (Empresas de Energia Elétrica, Brigadas de Incêndio), para pilotos de carros de corrida, aviação desportiva, aviação civil, etc.

Sabe-se que em algumas atividades de risco é recomendado o uso de fibras que possuam propriedades antichama, assim, podemos dizer que a gramatura do Nomex® esta diretamente ligada ao tempo de exposição ao calor e a temperatura, como por exemplo, o Nomex® Comfort de 165 g/m2, que suporta até 1100 °C por 19 segundos. Esse produto é o mais utilizado pela aviação policial e militar no Brasil.

O nível de proteção elevado da fibra de aramida Nomex ® está na sua estrutura molecular e, portanto, não requer nenhum tratamento químico, isto significa que a resistência das roupas de proteção feitas com essa fibra é inerente e permanente, não sendo removida com lavagens, uso ou armazenamento.

Além da composição do tecido devem ser observadas outras características com suas respectivas Normas Brasileiras (NBR – ABNT), como:

1. Resistência à chama: (NBR 15212)
1.1. propagação;
1.2. resíduos;
1.3. incandescência, e
1.4. pós queima e incandescência.

2. Resistência mecânica:
2.1. resistência à tração no urdume (NBR 11912);
2.2. resistência à tração na trama (NBR 11912);
2.3. alongamento no urdume e na trama (NBR 11912);
2.4. resistência ao rasgo (ASTM D 2261), e
2.5. alteração dimensional – urdume e trama (NBR10320).

3. Resistência do corante:
3.1. à fricção (NBR 8432 /MB 2000);
3.2. à luz 40 horas (NBR 12997);
3.3. à lavagem (NBR 10597);
3.4. ação do ferro de passar (NBR 10188), e
3.5. ao suor (NBR 8431).

4. Formação de pilling (ASTM D 3512 e JIS 1076 D);

5. Detalhes construtivos:
5.1. armadura (NBR 12546 e NBR 12996);
5.2. espessura (NBR 13383);
5.3. largura mínima útil;
5.4. tecelagem (NBR 13484);
5.5. fios no urdume (NBR 15588 / MB 412);
5.6. fios na trama (NBR 15588 / MB 412);
5.7. titulagem dos fios de urdume e trama (NBR 13216);
5.8. peso por m² (NBR 10591), e
5.9. cor (tinto em massa).

Modelo de macacão de voo

As Cores

Quanto às cores dos macacões de voo, como regra, são verde sávia (sage green-padrão 100%), pois essa cor é a que melhor se agrega, quimicamente, à fibra do tecido. A cor azul é a pior de todas as cores. Outras cores possíveis de encontrar no mercado são as cores preta e laranja.

No processo de fabricação da fibra Nomex® é feita a tintura, denominada “tinto em massa”, onde é definida a cor e dada a proteção UV, cujo objetivo é evitar que o tecido desbote e mantenha a cor por muito tempo.

Neste processo, o fio é colorido com pigmentos especiais adicionados na massa antes de o fio ser fiado. Os fios tintos em massa apresentam maior uniformidade de cor, melhor solidez à luz, sublimação e lavagem, assim o tinto em massa elimina o processo de tingimento posterior.

Estima-se que os macacões de voo com tecido Nomex®, tinto em massa, e com proteção UV, iniciem processo de descoloração após o oitavo ano de uso, entretanto, não tira a validade do tecido, pois são processos diferentes, ou seja, a tintura é somente um processo estético na produção final do tecido.

Composição e Validade

Falando nisso, o Nomex® Comfort é produzido com uma fibra sintética, composta por 93% de meta-aramida, 5% de para-aramida e 2% de fibra anti-estática, antichama, em construção tipo tela 1×1 plana, com fio de 2/20 Nm no urdume e trama, construção de 24 fios no urdume e 21 fios na trama, + ou – 1, que permite o perfeito equilíbrio da fibra durante o uso, conforme Norma UNE-EM1049-2: 1995 e ISO 7211-2:1984 MOD.

Como dito, a gramatura de 165 gr/m², + ou – 3% cumpre a Norma UNE 40339:2002 e ISO 3801:1997 e a resistência a tração na trama 88 daN e 68 daN no urdume cumpre a norma UNE-EM IS.

Pode-se dizer que o tecido Nomex® NÃO possui prazo de validade, ou seja, suas propriedades antichama não se degradam com o tempo ou uso, desde que não haja exposição ao calor extremo.

O que há de recomendação do fabricante é quanto a estocagem, pois pode, conforme o caso, danificar o tecido. Assim o tecido estocado por mais de 2 anos deverá ser analisado, mas isso não significa que não possa ser utilizado, pois, como dito, vai depender de sua estocagem e análise.

Oportuno lembrar que na confecção do macacão de voo estão incluídos os zíperes, velcro® e a linha, que também recebem o mesmo tratamento antichama, onde a linha deverá ser composta por dois cabos torcidos entre si, formando um só filamento, com resistência mínima de 15 kgf/cm².

Importante dizer que o macacão de voo que desbota é aquele que não passou pelo processo de proteção UV ou foi tingido após a fabricação do tecido, e, por isso, com o tempo e lavagens sucessivas, ele pode ficar acinzentado ou amarelado, mas também, NÃO tira a validade da proteção antichama que o tecido proporciona, pois, como dito anteriormente, são processos diferentes.

Retardante à chamas Pyrovatex (pirovatex)

O que ocorre e causa certa confusão aos desavisados é o processo denominado: Pyrovatex, que consiste num banho químico (sal especial) dado em qualquer tecido (algodão, sarja, brim, etc), com o objetivo de evitar a propagação do fogo e retardar as chamas. Esse tipo de banho é dado, cumprindo normas de segurança, em cortinas, carpetes, uniformes industriais, macacões em geral (pode-se encontrar no mercado macacões de voo), etc, mas NÃO são certificados para uso na aviação policial ou militar.

Esse material, sim, possui vencimento, pois com o uso e lavagens sucessivas (média de 100 lavagens industriais) vai perdendo suas propriedades de proteção, além de descolorir.

Tabela de Tamanhos

A tabela abaixo apresenta as medidas referentes aos moldes de todos os tamanhos. Para identificação do tamanho certo o usuário deverá confrontar a tabela de medidas masculina a seguir: (apenas para referência, pois o ideal é que os macacões de voo sejam produzidos sob medida)

tabela de tamanhos

Disposições Finais

Assim, o tecido de fibra Nomex® que compõem os macacões de voo utilizados pelas Unidades da Aviação Policial ou Militar no Brasil e no mundo não possuem prazo de validade, claro que deve ser considerado seu estado de conservação em razão do uso e acondicionamento. Esse é o seu limitador, como qualquer outra vestimenta, e vai depender, única e exclusivamente, dos cuidados que a pessoa tem com seu equipamento de proteção individual (EPI).

Podemos dizer então que não há prazo de validade às suas propriedades de proteção, o que poderá ocorrer é o desgaste natural da vestimenta em razão do uso e armazenamento.

A confecção do macacão de voo é uma tarefa trabalhosa e há no Brasil algumas empresas capacitadas, além do fato possuir custo elevado, entretanto, apresenta um custo-benefício incomensurável – a vida. A forma de aquisição ou confecção dos macacões de voo será definida pela Administração, lembrando que é possível adquirir macacões prontos (importados), entretanto, como viu-se, a especificação técnica desse equipamento é complexa e demanda análise acurada desses materiais.

Como dado histórico e relevante, esse macacão apresentado no artigo foi desenvolvido pelo Grupamento de Radiopatrulha Aérea de São Paulo no final da década de 90, após longo estudo e muito debate entre os tripulantes. Assim, o GRPAe/SP adota esse modelo até hoje, lembrando que com o passar dos anos outras Unidades de Aviação Policial e Militar adotaram esse modelo de macacão, entretanto, o macacão de voo tem padrão internacional, pois o que muda de um para outro são detalhes de bolso, costuras, zíperes, tecido, cor, etc, conforme as necessidades dos usuários, o que os tornam muito parecidos.

É importante ressaltar que antes do início do processo licitatório a Administração Pública tem a total liberdade na escolha do modelo, podendo alterá-lo, substituí-lo, dependendo apenas dos interesses da própria Administração na escolha do modelo que melhor se adequa às suas necessidades.

Complementando, há alguns exemplos de editais de licitações, contratos e regulamentos de uniformes (ver referências) que tratam, além do macacão de voo, de luvas de voo, capacete de voo e calçados de voo. Esses documentos estão publicados na Internet e é possível perceber uma certa padronização dos objetos (macacão de voo, luvas, capacete e calçados) especificados nas licitações e contratos, bem como a preocupação das Unidades de Aviação Policial do Brasil com a segurança de seus Aeronavegantes.


Referências:

Rhodia

Estambril ® Group

DuPont™

Artigo sobre Nomex®  IIIA


Licitações, Contratos e Regulamentos:

Contrato Administrativo N° 58/2006 – DPRF

Ata de Realização do Pregão Eletrônico – 00075/2007 – MJ

Pregão Eletrônico Nº 072/2009/SSP – CBM – Goiás

Pregão Eletrônico Nº 039/2009 – CBM – Pernambuco

Pregão Presencial Nº 0086/2009 e Adjudicação – PC – Santa Catarina

Ata de Realização do Pregão Eletrônico
Nº 00075/2007 (SRP)

Regulamento de Uniforme do CBM – Alagoas

Regulamento de Uniforme da PM – PARANÁ


Texto: Eduardo Alexandre Beni

Colaboração: Sidiney Perucchi de Godoy


27 COMENTÁRIOS

  1. ESSE É QUE DEVE SER O CAMINHO A SER TOMADO POR TODOS OS GRUPAMENTOS AÉREOS DO BRASIL, INVESTIR EM EQUIPAMENTOS DE UMA MANEIRA EM GERAL, ALÉM DE UMA CAPACITAÇÃO CONDIZENTE.
    NOSSOS SUPERIORES TEM QUE ENTENDER QUE E.P.I. É NECESSIDADE, E NÃO “LUXO” COMO MUITOS ACHAM.
    FATO COMO ESSE QUE ACONTECEU NO RIO DE JANEIRO, DEIXAM EM ALERTA ESSES SUPERIORES, POIS VIDAS PODERIAM TER SIDO SALVAS SE O E.P.I. FOSSE UTILIZADO.
    AQUI EM PERNAMBUCO, FINALMENTE, FECHAMOS A AQUISIÇÃO DE MACACÕES DE NOMEX PARA NOSSO EFETIVO. FOI UMA LUTA ÁRDUA MAS CONSEGUIMOS !!!
    PRECISAMOS CONTINUAR NOSSA LUTA EM PROL DE UMA MELHOR VALORIZAÇÃO DA AVIAÇÃO DE SEG. PÚBLICA E DEFESA CIVIL.
    AVANTE GUERREIROS !!!
    ROMILDO.

  2. Aqui na Policia Militar de Goiás todos os integrantes do GRAer utilizam o macacão de voo do tipo nomex. Espero que com esse infeliz acidente no Rio de Janeiro, crie-se a cultura de que os EPI’s são fundamental para a operação de segurança pública.

  3. Bom Dia! Sou Piloto Comercial de Helicóptero, trabalho na Polícia Civil do Estado do Paraná, aqui ainda não temos Grupamento Aeropolicial.Gostaria que alguém me ajudasse a elaborar um projeto de Grupamento mandando materiais para ser consultado onde seja enfocado finalidade, formação de pilotos e tripulantes,regimento interno etc, para que possamos fazer um estudo e posteriormente apresentar as autoridades um Projeto visando a criação desse grupamento.Desde já agradeço. Meu e-mail miranda.ef@uol.com.br, fone 41- 99613986, um abraço a todos.

  4. É incontestável o uso do EPI nas nossas atividades. Temos infelizes exemplos da sua inegável importância.
    Quanto ao padrão de macacão utilizado, o modelo do bolso do peito com o fechamento em diagonal é prejudicial à anatomia funcional, quando se manuseia algum objeto nestes bolsos. Acredito que o melhor modelo seria o bolso com fechamento vertical.
    Acredito que uma reformulada no ” padrão internacional ” deveria ser atualizada, diante das nossas reais necessidades.
    Abraços à todos e sucessos nas missões!

  5. Amigos,

    Onde acima se lê : ” Temos infelizes exemplos da sua inegável importância.”

    Leia-se ” Temos exemplos da sua inegável importância.”

    Desculpem-me o erro!
    Abraços.

  6. Tenho 01 macacão de voo (nomex) verde, utilizado pela FAB, edição especial Santos Dumont, numero 03,(corresponde do 40 a 44). Só coloquei no corpo para experimentar o tamanho, nunca mais usei. (andreaebatista@hotmail.com). 150,00.

  7. Ola, meu amigo,
    Gostaria de saber se é realmente necessário o uso de macacão para tripulante de helicóptero, pois haja que se houver um principio de incêndio, iria ajudar e muito na redução dos danos, pois trabalho em uma empresa particular, com helicóptero, e fazemos serviço de busca e salvamento, e tenho essa duvida.
    E se é obrigatório em que lei isso se encaixa,

    Grato pela atenção.

  8. Srs.
    Sou piloto agricola, e gostaria de saber o valor do macacão, pois tenho interesse na aquisição de algumas unidades.
    Atenciosamente
    Eliel Severino Gonzaga.

  9. vendo um macacao de voo novo exclusivo da força aerea brasileira e americana
    com tom do 1º/1º GTT – 1º Esquadrão do 1º Grupo de Transporte de Tropa
    moro no rio de janeiro so me ligar (21) 9229-1308

  10. Caros aeronavegantes. Os EPI’s voltados a aviação são basicamente desenvolvidos para unidades militares, o emprego é opcional! Porém o bom administrador tem que ter em mente que o mais importante e mais caro é o homem! O Governo brasileiro determinou a nacionalização de vários equipamentos de aviação entre eles os epi’s, mas não deu certo principalmente pela qualidade. Alias um dos ítens essenciais no que se refere a proteção individual. Além da qualidade um outro item importante é o custo o que deve ser associado. No que se refere ao macacão existem vários sites de compra internacional e o que se teve ter em conta é se é usado ou novo e além disto a especificação e gramatura. No que se refere a gramatura existem os de 4 oz, 6oz e 9oz (oz onças). O macacão de nomex com 93% de meta-aramida, 5% de para-aramida e 2% de fibra anti-estática custa nos EUA entre US155 a US195 se for comprado em quantidade pode-se adquirir direto dos Chineses com custo um pouco diferenciado. Na china porque as fabricas de produção em escala americanas montaram filiais na China para baratear custos e por nào haver taxação de importação entre eles. No caso de estados ainda somos reféns por muitas vezes pagando até R$ 2.800,00 por um macação. Ou até mesmo um capacete de vôo com custo nos EUA de U$980,00 a U$ 1250,00 e no Brasil de em alguns casos R$12000,00 com um modelo da década de 60 é só procurar nos sites especializados. Dentre os capacetes existem os da GENTEX fornecedor oficial das forças armadas americansa, GALET e ALFA Européia. A falta de cultura, conhecimento, pesquisa, leis adequadas e as altas taxas de impostos nos deixam reféns.

  11. estamos num processo de aquisição de macacão de voo para o grupamento aéreo e temos enfrentado problemas no que tange a certificação das empresas, gostaria que me enviasse quais as certificções que podem e devem ser exigidads das empresas, tipo para colete temos o RATEx do exército brasileiro.

    Major Ferrari

  12. Olá!
    Parabéns pela excelente matéria.
    Já há algum tempo tenho utilizado o macacão de voo padrão do Exército americano e posso dizer que é o de melhor qualidade, conforto, praticidade e segurança.
    Bem, tenho dúvidas se as empresas que ganham as licitações para fornecimento de macacão de voo para órgão públicos tem conhecimento das normas divulgadas nessa matéria ou se isso é exigido como requisito para a fabricação?
    Sucessos a todos!

    Luis A. Martins – Insp. Mnt./ Mec. de Voo

  13. Parabéns pelos esclarecimentos a respeito do nosso macacão, Cap Beni. Deus queira que nunca tenhamos que testar sua capacidade de proteção, não é mesmo?
    Bom trabalho e sucesso.

    SubTen PM Papareli – GRPAe – BRPAe SJC

  14. Tenho uma empresa de Brigada contra Incêndio ( Bombeiro Civil) no Rio de Janeiro, gostaria de saber como faço para conseguir esse tipo de uniforme e o valor. No caso gostaria de saber se haveria desconto para uma compra acima de 100 peças.
    Desde já agradeço a colaboração.

  15. O Primero Macacao de voo,fue feito com pano da Nomex en a empresa Blue Bell Industria e comercio do vestuario Ltda. No ano 1978. A mesma vestimenta equipo ao 18 Mirages primeiros chegados ao Brasil

  16. Olá boa noite!
    essas informações foram muito útil, estamos fazendo estudos sobre aquisição de novos macacões e esse artigo vai nos ajudar em muito. gostaria de saber se o sr. possui uma tabela comparando o tamanho americano [ 38 R, 38 L, 40 S, 40 R, 40 L, …] se por acaso tiver e não for incomodo, favor enviar para o meu e-mail. Desde já muito obrigado!
    Aviação!!!!

  17. Muito boa a matéria. Eu também acredito na melhor especificação técnica, com exigência de laudos e amostras que possam assegurar a melhor compra.
    Pergunto: existe norma igual para as luvas de voo?

    IMPORTANTE: o tecido nomex é realmente muito bom, mas existem tecidos superiores a ele e com testes comparativos efetivos realizados. Peço visitarem o site da empresa norueguesa DALETEC (www.daletec.no). São tecidos leves e muito eficazes.

    Abraços – Paulo

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