Aviões da FUNAI estão abandonados há mais de uma década em aeroporto do Distrito Federal

ENAVSEG 2018

Distrito Federal – Aviões que pertencem à Fundação Nacional do Índio (FUNAI) estão abandonados no Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek, em Brasília, há mais de uma década. Nas imagens feitas pela TV Globo nesta segunda-feira (5), é possível ver que a pintura das aeronaves está desgastada, e os pneus, arriados pela falta de manutenção.

Aviões de órgão público estão parados há muitos anos do Aeroporto JK. Foto: Reprodução G1.
Aviões de órgão público estão parados há muitos anos do Aeroporto JK. Foto: Reprodução TV Globo.

A coleção inclui bimotores de pequeno porte, modelo Piper Seneca, de fabricação americana e capacidade para até seis passageiros. Há também um bimotor Xingu, fabricado pela Embraer e capaz de transportar até nove pessoas.

Segundo a própria Funai, essas aeronaves têm valor de mercado avaliado em R$ 774,8 mil. Elas eram usadas, entre outras coisas, para transportar médicos e agentes sociais até tribos isoladas. Hoje em dia, o serviço é feito por empresas de táxi aéreo – o custo dos contratos não foi informado.

Manutenção cara

Ainda de acordo com a fundação, os aviões estão parados no hangar há mais de dez anos, desde que o setor responsável pela manutenção foi extinto. A FUNAI operou aviões através do S.T.A (Serviço de Transporte Aéreo) por cerca de 40 anos e voou aproximadamente 90.000 horas de voo, somente com suas aeronaves.

Aviões de órgão público estão parados há muitos anos do Aeroporto JK. Foto: Reprodução G1.
Aviões de órgão público estão parados há muitos anos do Aeroporto JK. Foto: Reprodução TV Globo.

As aeronaves foram abandonadas porque, segundo a FUNAI, os custos para a restauração ficaram altos demais. “O valor para a recuperação dos aviões é superior a 50% do valor de mercado”, informou o órgão, em nota à TV Globo.

Sem condições de reformar os veículos e sem uma destinação adequada para eles, a Funai diz que planeja um leilão para vender as peças até junho deste ano.

Segundo o professor de direito aeronáutico Georges Ferreira, o caso reflete problemas de gestão da fundação indigenista. “Um avião não é caro apenas por si só. É caro, principalmente, por conta da sua operação. As revisões têm que ser periódicas, de 50 horas, 100 horas. É um trabalho muito elaborado, e muito sistemático”, diz.

“É um exemplo claro de falta de gestão de recurso público, que é pior até mesmo que o desperdício.”

Fonte: G1 DF.

1 COMENTÁRIO

  1. dinheiro publico ,,,,safados aposto que nenhum indio deixou sua pele nas poutronas destas maquinas ,,ai so garregava malandro sangue suga do governo guando elas presisavam de manutencao pularam fora com medo delas cairem porquer aviao se nao deixar ele afinadinho vao vestir paleto de madeira cai mesmo nao tem conversa nao e como um carro que murcha um peneu e voce enche e vai embora ,,,,tanta gente presisando de um socorro medico rapido e essas maquinas maravilhosas apodresendo e vagabundos safados esses caras da funai culpa de um pais onde os impostos esorbitantes desonestos e abusilvos faz eles propios de vitimas lixo de pais chamado ,,,,,,,,,brasil,,,,

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