Departamento de Polícia de Pasadena recebeu novo MD500E

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O Departamento de Polícia de Pasadena – USA, Seção de Operações Aéreas, recebeu em 20/03/2010 um novo helicóptero, um McDonnell Douglas, modelo MD500E.

“Nosso serviço de Operações Aéreas é um componente importante para o policiamento em nossa cidade”, diz o Chefe de Polícia Christopher Vicino. “Sua capacidade de chegar rapidamente nas ocorrências, a cobertura de uma grande área nos permitem prender muitos criminosos que teriam uma oportunidade de escapar das viaturas. Estamos orgulhosos por nossa reputação como um das melhores unidades policiais aéreas do país”.

Os executivos da McDonnell Douglas Corporation entregaram a chave do novo helicóptero de Pasadena ao prefeito Bill Bogaard durante uma breve cerimônia. Foi então apresentada a mais nova ferramenta do departamento para o combate ao crime.


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Fonte: Independent Pasadena

Fotos: Terry Miller


6 COMENTÁRIOS

  1. Prezados senhores pertencentes ao Sistema de Aviação de Segurança Pùblica no Brasil, é importante que possamos abrir nossa mente para reagir de forma positiva às mudança, neste momento de transição, outros equipamentos, fora da linha que conhecemos e operamos, serão apresentados ao Brasil, bem como adquiridos pela SENASP, e distribuídos aos estados, conforme necessidade, assim é importante conhecer outras máquinas e outros lugares, buscando experiências novas e positivas. Feliz Pàscoa a todos e até o III Fórum de Aviação de Segurança Pública em Salvador-BA.

    Maj Gonçalves
    Presidente-Conselho Nacional de Aviação de Segurança Pùblica – SENASP-MJ
    Assessor Especial de Aviação – DFNSP

  2. É preciso ter a livre concorrência na aquisição de helicopteros para as Polícias. Porém é logico que tudo isso vai depender de verba, demanda, necessidade de emprego da aeronave para o tipo de operação a ser executada, etc. Por exemplo, ja vi nos EUA, na Europa, na Asia, os Departamentos de Policía, de um mesmo estado ou Cidade, usam vários modelos de Helicopteros para o combate a criminalidade, resgate, salvamentos, etc. Porque não se aplica este mesmo modelo de aquisição, visando a diversidade de equipamentos aqui no Brasil? Quais seriam os motivos, as causas, porque isso não acontece? Predomina-se no pais, apenas um tipo de modelo e de um fabricante apenas que por sinal, é um ótimo equipamento. Mas acho que a concorrência deveria ser maior, buscando a melhora do serviços prestados.

  3. Para ser sincero os MD 600 N MD 520 N nao ter rotor de cauda uma pane a menos pode acontecer ate a aeronave pode chegar mais perto de obstaculos e mais seguros por pessoas desavisadas chegar num rotor de cauda um preocupaçao a menos para os pilotos Passageiros e Tripulantes Policiais e mais SEGURO SEM DISCUSSAO ! Varios Pilotos Policiais Americanos que conversei MD EXPLORER e Grande equipamento para serviço Multimissao POLICIAL e de RESGATE !

  4. Ao meu ver, Ivan, você automaticamente respondeu à sua pergunta. Talvez seja essa a razão: “é um ótimo equipamento”. Mas, esqueceu-se de responder para que ele é ótimo. A nossa cultura infelizmente impede que tenhamos condições de analisar as coisas separadamente. Misturamos tudo e buscamos extrair o melhor. No Brasil, “Ótimo” é aquele que faz tudo (bem ou mal). Tentarei ser breve quanto ao comentário.

    As pesquisas sobre satisfação de clientes teem-se desenvolvidos muito nos últimos anos. Tanto que chegou-se ao Modelo do Índice de Satisfação do Cliente. Esse modelo busca oferecer uma base de medição uniforme e comparável para a satisfação global do cliente (Dahmer & Estrada 2002). Basicamente, ele aponta o grau de satisfação do cliente. Dependendo do grau, o cliente torna-se fiél, ou não. Agora. um pouco de história para ambientá-lo…

    O Esquilo é uma aeronave bastante utilizada no Brasil, não é por menos que a aeronave destinada à Secretaria de Segurança Pública do ACRE foi a 500a a ser comercializada pela Helibras. Essa aeronave foi resultado de uma parceira com o Governo brasileiro e o francês (lembra um pouco a estória dos EC 725) que na época, final da década de 70, decidiram iniciar a produção desse helicóptero. Inicialmente, seguiria as mesmas condições apresentadas ao EC 725, incentivo do governo brasileiro, através de redução de imposto para instalação da linha de montagem no Brasil, aquisição de um número grande de aeronaves, enfim, condições semelhantes às que vimos hoje com o EC 725. Porém, as coisas não deram muito certo. Chegou na metade do período acordado e a empresa não havia entregue 1/3 da encomenda. Mudou-se o governo e o contrato foi extinto. Para finalizar a história, as aeronaves que na época eram consideradas “velhas” foram repassadas das Forças Armadas para a criação de unidades aéreas, o Rio de Janeiro foi a primeira Unidade a receber e operar um helicóptero.

    Voltemos ao Modelo do Índice de Satisfação do Cliente, ainda lembra dele? Pois, bem! Como no Brasil impera o ditado de que “cavalo dado não se olha os dentes” receber uma aeronave e poder desenvolver essa função na década de 80 seria um grande destaque político na época e por isso nem sequer houve a possibilidade de se contestar o “presente”. Gerar um estudo sobre as operações e metodologias que seriam empregadas, então… nem pensar! A euforia tomou conta de todos e assim o foi. Com muito trabalho, competência dos envolvidos e alguns sustos obviamente as operações aéreas começaram a ganhar o Brasil e foram sendo criadas gradativamente as demais unidades aéreas. Em geral, os “clientes” ficaram extremamente satisfeitos o que transformou-se em fidelização ao produto. Como é uma instituição hierárquica, já viu… a “tradição passou de pai para filho” até chegarmos no cenário de hoje.

    Alguns defendem que deve-se mudar tudo, outros nem tanto, outros mudar nem pensar. Como não pretendo prever o futuro, sugiro que aguardemos as cenas dos próximos capítulos para saber como caminhará a nossa Aviação de Segurança Pública, no que tange a diversidade de produtos utilizados. Mas, de uma coisa não tenho dúvidas: esse é momento de se entrar para história da Aviação de Segurança Pública brasileira, para o bem, ou para o mal.

  5. Desculpem, ressuscitar tópico velho..

    Nos EUA são utilizados centenas de MD500 e R44, em atividades policiais.

    Porém, os mesmos normalmente são utilizados unicamente para patrulha e guiagem das unidades de solo, tripulados somente por dois policiais mas bem equipados com FLIR e o farol de busca.

    Aqui no Brasil, os nossos helis são utilizados para tudo. O que invibializa algo muito menor ou menos potente que o Esquilo.

    Não dá para equipar o MD500/R44 com grandes instalações médicas, mais o enfermeiro por exemplo.

    Se observarmos os helis de resgate utilizados por lá em geral são do porte do Dauphin/S76/Huey.

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