Integração entre saúde e segurança pública viabiliza o atendimento aeromédico. (Foto: Divulgação Sesa)

Macapá (AP) — A atuação conjunta do Governo do Amapá, por meio do Grupamento Tático Aéreo (GTA), e do Samu tem ampliado o atendimento aeromédico no estado, garantindo respostas mais rápidas em ocorrências de urgência, especialmente em áreas de difícil acesso.

A operação integrada já resultou em 141 missões realizadas ao longo de 2025, evidenciando a consolidação do serviço como ferramenta essencial para o atendimento em regiões isoladas. A estratégia permite reduzir o tempo de deslocamento e iniciar o suporte médico ainda durante o transporte, com equipes formadas por médicos e enfermeiros embarcados em helicópteros e aviões.

Atendimento integrado, alcance ampliado e suporte avançado

O serviço se estrutura em três frentes principais: a integração entre saúde e segurança pública, que garante maior agilidade nas ocorrências; a ampliação do alcance, com atendimento a municípios como Laranjal do Jari e Oiapoque, além de comunidades ribeirinhas; e o suporte avançado durante o voo, que possibilita a estabilização dos pacientes até a chegada a unidades hospitalares.

Nos primeiros meses de 2026, foram registrados 16 atendimentos, mantendo a continuidade de uma estratégia que já havia ultrapassado a marca de 140 ocorrências no ano anterior. A maioria das ocorrências envolve casos clínicos, traumas, emergências cardiovasculares e intercorrências obstétricas.

Equipe do Samu em atuação conjunta com a tripulação durante operação aeromédica. (Foto: Divulgação Sesa) 

A regulação estadual coordena as transferências entre unidades de saúde, priorizando os casos mais graves e otimizando o uso dos meios aéreos disponíveis. A estrutura embarcada garante suporte avançado de vida durante o transporte, contribuindo para a estabilização dos pacientes até a chegada a hospitais de referência.

A ampliação do serviço consolida o uso da aviação como ferramenta estratégica para reduzir o tempo de resposta e ampliar o acesso à saúde em regiões remotas do estado.