Fadiga em voo: pesquisa do ITA busca participação de pilotos da aviação pública
14 de agosto de 2026
1min de leitura
14 de agosto de 2026
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SÃO JOSÉ DOS CAMPOS (SP) — O pesquisador Leonardo Roque desenvolve uma dissertação de mestrado no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) sobre fadiga e sonolência em operações de asa rotativa da aviação pública.

O estudo busca gerar dados técnicos sobre os efeitos de plantões, sobreavisos e acionamentos imprevistos no estado de alerta dos pilotos. A proposta é ampliar as evidências disponíveis sobre fatores humanos e segurança operacional na aviação pública.
A pesquisa também considera a abordagem do RBAC 90, que estabelece princípios para o gerenciamento dos riscos relacionados à fadiga e permite que cada organização adapte suas práticas às características de suas operações.
O objetivo não é apontar falhas individuais ou avaliar unidades. Os dados serão reunidos de forma agregada e anônima, para fins científicos, contribuindo para que as organizações tenham mais subsídios técnicos para suas práticas de gestão de fadiga e segurança operacional.
A participação é destinada a pilotos de asa rotativa. São dois formulários: o primeiro é preenchido uma única vez, em cerca de cinco minutos; o segundo consiste em registros operacionais realizados, preferencialmente, três vezes ao dia — início, meio e fim da jornada — durante 15 dias.
Um ponto importante é o campo identificado como “CPF”. Não é necessário informar o CPF real. Pode ser utilizado outro número, como RG ou CANAC, desde que o mesmo número seja utilizado nos dois formulários para permitir o cruzamento das respostas sem identificar o participante.
1. Formulário de perfil — preenchimento único, cerca de 5 minutos
Participar da pesquisa – Perfil
2. Registro operacional — três registros por dia, durante 15 dias